Amar não se conjuga no passado; ou se ama para sempre ou nunca se amou verdadeiramente.
Segunda, 27 de Setembro de 2004
 Estamos nas mãos do destino?
 “Um grande guerreiro japonês, chamado Nobunaga, decidiu atacar o inimigo, muito embora tivesse apenas um décimo das forças que o seu opositor comandava.

No caminho, parou junto a um Santuário Xinto e disse aos seus homens:

– Depois de visitar o santuário, lançarei ao ar uma moeda. Se sair cara, venceremos; se sair coroa, seremos derrotados. Estamos nas mão dos destino.

Nobunaga entrou no santuário e recolheu-se em silenciosa oração. Depois, saiu e lançou a moeda. Saiu cara! Os soldados ficaram tão animados para o combate, que facilmente o venceram.

– Ninguém pode forçar a mão do destino… – disse o tenente de Nobunaga, depois da batalha.

– Realmente, ninguém pode! – assentiu Nobunaga. E mostrou-lhe duas moedas coladas uma à outra, com as caras voltadas para fora.”

(Nyoger Senzaki e Paul Rep)


Quantas vezes já pensámos em não lutar pelo nossos objectivos, por puro comodismo, por “termos” a certeza de que “o que tiver de acontecer…acontece”?! Quantos momentos da nossa vida já pensámos em acasos e coincidências, como obras do destino?!

Para mim, um facto é claro: se não fizermos nada para alcançarmos um sonho, não o alcançamos e ponto final.

Não há destinos que interfiram na nossa falta de vontade, nem na nossa preguiça de arriscar! Quem quer a sério, com certezas, com força e motivação nunca vacila: Tenta... Tenta de novo... Tenta ainda outra vez… Insiste!

O nosso destino somos nós que o fazemos!
 # Publicado por Ana Filipa às 06:14
 
Terça, 14 de Setembro de 2004
 Pontos de vista
 Uma indústria de calçados americana que desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia. De seguida, mandou dois dos seus consultores a pontos diferentes do País para fazerem as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado. Após alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da indústria: "Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos!”. Sem saber desse fax, no mesmo dia, o segundo consultor mandou o seu: "Senhores, tripliquem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ainda ninguém usa sapatos."

(desconheço o autor)


A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores mas uma fantástica oportunidade para o outro. Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto de maneiras diferentes.

A sabedoria popular traduz essa situação com a seguinte frase: "Os tristes acham que o vento geme; os alegres e cheios de espírito afirmam que ele canta."

A vida é um espelho que nos devolve, somente a nós próprios, os nossos sentimentos. Logo, a maneira como vemos o Mundo faz toda a diferença!

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 # Publicado por Ana Filipa às 07:24
 
Quinta, 26 de Agosto de 2004
 Só o Tempo...
 Este post fez-me reflectir... Cada um de nós é passageiro, a bordo do seu barco que, ora segue ao sabor da corrente, ora é conduzido pelas nossas atitudes e pelos nossos sentimentos. Por vezes, tornamo-nos gananciosos, egoístas, tristes e tão apressados que não nos a percebemos de quem quer embarcar nele...E então tomamos a decisão errada. Ora leiam:
 Havia uma ilha onde moravam todos os sentimentos.

Um dia avisaram os seus habitantes que ela ia ser inundada. Apavorado, o Amor, procurou que todos os restantes sentimentos se salvassem.

Todos correram até aos respectivos barcos para se irem proteger num monte bem alto. Só o Amor não se apressou: Queria ficar um pouco sozinho na sua ilha...

Quando já quase se afogava, começou a pedir ajuda aos barcos que por ele passavam.

Veio a Riqueza e o Amor implorou:
- Riqueza, podes levar-me?
- Não posso... O meu barco está cheio de prata e ouro, não há espaço para ti!


Passou a Vaidade e ele pediu:
- Vaidade, podes levar-me?
- Não posso, ias sujar o meu barco novo.


Daí a pouco avistou a Tristeza:
- Tristeza, podes levar-me?
- Ai, Amor, estou tão triste que prefiro ir sozinha...


Já desesperado, vê aproximar-se a Alegria, mas esta estava tão alegre que nem o ouviu. E assim sucessivamente com a Pressa, que, de tão apressada, não podia parar; com o Egoísmo, que não queria pertilhar o seu barco com ninguém e com o Medo, que estava receoso de se afundar se levasse muito peso...

Já pensando que ia ficar ali sozinho até toda a ilha desaparecer sob a água, o Amor começou a chorar.

Então passou um barquinho com um velhinho que disse:

- Sobe, Amor, eu posso levar-te.

O Amor limpou as lágrimas e sorriu. Estava tão feliz que até esqueceu de perguntar o nome a quem o acabara de salvar.

Mais tarde, já no topo do tal monte, onde se reuniam todos os sentimentos, ele perguntou à Sabedoria:

- Sabedoria, quem era o velhinho que me trouxe até aqui?

- O Tempo.

- E porque só o Tempo me trouxe?

- Porque só o Tempo é capaz de entender um grande Amor!


(desconheço o autor)
 # Publicado por Ana Filipa às 11:00
 
Terça, 24 de Agosto de 2004
 A magia da comunicação
 Mudar de estratégia quando nada nos acontece...
 Havia um cego que pedia esmola numa avenida muito movimentada porém, pouco conseguia. E todos os dias, passava por ele, de manhã e à noite, um publicitário que deixava sempre alguns cêntimos no chapéu do pedinte, que trazia pendurado no pescoço um cartaz com a frase:

"Cego de nascimento. Uma esmola por favor."

Certa manhã, o publicitário teve uma ideia: virou o letreiro do cego ao contrário e escreveu nele outra frase.

À noite, depois de um dia de trabalho, perguntou ao cego como é que tinha sido o seu dia. Ao que este lhe respondeu, muito contente:

- Até parece mentira, mas hoje foi um dia extraordinário! Todos os que passavam por mim deixavam alguma coisa... Afinal o que é que escreveu no meu letreiro?!

O publicitário tinha escrito uma frase breve, mas com sentido e carga emotiva suficientes para convencer os que passavam a deixarem algo para o cego.

A frase era:

"Em breve chegará a Primavera e eu não poderei vê-la.

(desconheço o autor)

A maioria das vezes não importa O QUE se diz, mas sim COMO se diz, por isso há que ter cuidado com a forma como falamos com as pessoas, porque pode ter um peso positivo ou negativo naquilo que queremos transmitir, tal como fez o plubicitário. Ao estar habituado a lidar com a atenção das pessoas, relativamente a algum assunto, soube cativá-la a favor de outro.

É esta a magia da comunicação!
 # Publicado por Ana Filipa às 10:48
 
Quarta, 28 de Julho de 2004
 Tão perto, tão distante...
 Esta música faz parte da banda sonora da 2ª. série dos Morangos com Açúcar. Adoro-a, por isso, mal consegui arranjar a letra pus-la aqui:
 Queria poder descrever
O que há muito espero
Queria conseguir dizer
O que para mim quero

O que esperei de ti
O que serias para mim
Nada mais eu vi
Tinha que ser assim!

Estás tão perto
Tão distante
Estás ausente
Tão presente
Sinto-te aqui... ao pé de mim


Gostaria de um dia
Ser capaz de te contar
Todos os meus sonhos
Meu mundo revelar

Longe de imaginar
Soubeste ser especial
Trouxeste o céu e o mar
Foste bem e meu mal

Estás tão perto
Tão distante
Estás ausente
Tão presente
Sinto-te aqui... ao pé de mim


Paula Teixeira

 # Publicado por Ana Filipa às 08:54
 
 
 
 
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